Pela primeira vez eu e o Renan conseguimos tirar férias juntos, resolvemos pegar o carro e em 20 dias fizemos a roadtrip mais legal de todos os tempos, com Foz do Iguaçu, compras no Paraguai, Argentina, Bonito, Bodoquena, Pantanal e Bolívia no roteiro. Foram 4.900 KM rodados, 3 países visitados além do Brasil, contato intenso com a natureza e muita história pra contar.

Mapa: Brasil, Argentina, Paraguai, Bolivia - Leste a Oeste em 20 Dias

Além de muito louca, a viagem também foi econômica, algo de extrema importância para nós. Utilizar ferramentas de economia colaborativa como Couchsurfing e Blablacar, não só ajudou a manter os custos baixos como também possibilitou experiências incríveis e novos amigos. Ao todo gastamos R$ 1.600,00 cada, uma média de R$ 80,00 por dia. Parece pouco né? Mas esse valor ainda é alto pra gente, na nossa opinião é possível viajar gastando menos ainda e aos poucos vamos descobrindo como e compartilhando com vocês.

Confira como foi nossa experiência em cada um desses lugares:

Foz do Iguaçu: Brasil, Paraguai e Argentina num pulo

Argentina - Cataratas do Iguazu [min]

Foz do Iguaçu é um importante destino turístico natural, mas também possui clima de cidade grande, é sede de muitos eventos internacionais e possui o espírito de patriotismo e união da América do Sul por causa da fronteira com Argentina e Paraguai. Em um final de semana é impossível conhecer tudo o que essa região fascinante tem para oferecer, por isso escolhemos as principais atrações para nos aventurar e compartilhar com vocês. Começamos indo para o Paraguai comprar umas muambas nossos equipamentos para produção de fotos e vídeos aqui para o blog. Para garantir o melhor preço fizemos muita pesquisa e pechincha, tudo bem explicado neste post. Nos dias seguintes fomos sentir a energia exuberante das Cataratas do Iguaçu, conhecemos tanto o lado brasileiro quanto argentino, ambos são espetaculares, mas antes que você pergunte nós já avisamos que preferimos o lado dos nossos hermanos, descubra aqui o porquê. Outra atração que não se pode perder é o Marco das Três Fronteiras, cada país possui a sua versão e de cada um é possível ver os dois países vizinhos, conhecemos o marco argentino que é gratuito e apresenta um show diário, diferente de tudo que já vimos, veja aqui. Durante esses dias ficamos hospedados na casa do Zé, couchsurfing super gente boa que nos rendeu altas conversas e levou a gente pra comer um Shawarma (prato originalmente do oriente médio composto de fatias finas de carne ou frango, assada em um espeto vertical e servidas no pão árabe com legumes, homus e outras gostosuras) sensacional.

Bonito: um paraíso naturalmente caro

Brasil: Bonito - Flutuação Barra do Sucuri [min]

Bonito é uma cidade do Mato Grosso do Sul que fica a 300km da capital Campo Grande e com certeza faz jus ao nome. Polo de ecoturismo, a cidade possui diversas opções de passeios para todos os gostos, porém não para todos os bolsos. Todos os passeios em Bonito são pagos e embora isso ajude a preservar a natureza do local, achamos que os preços praticados são bem salgados e isso impossibilitou de conhecer melhor as atrações da cidade, focamos nos passeios principais e nas flutuações já que a região possui rios extremamente cristalinos. Conhecemos a Gruta do Lago Azul, lugar com um visual lindo que já foi cenário de filmes e novelas, fizemos o passeio de flutuação no Rio da Prata e na Barra do Sucuri, saiba como foi aqui. Também super recomendamos uma passada no Balneário Municipal, um dos passeios mais em conta e um dos nossos favoritos. O Renan também arranjou um tempinho para fazer um passeio de cavalo, confira aqui. Ficamos 4 dias hospedados no Bonito Hi Hostel, uma mistura de hostel, camping, pousada e agência de viagens e nós super recomendamos também. Descubra todos os segredos de Bonito nesse post (em breve).

Bodoquena: um lugar pra lá de Bonito

Brasil: Bodoquena - Araras 001 [min]

Bodoquena não estava nos nossos planos no início da viagem, mas resolvemos seguir a dica de um funcionário do HI hostel que nos sugeriu dar uma parada por lá no nosso caminho sentido Pantanal e foi uma das melhores decisões que tomamos na viagem. Bodoquena é um munícipio que fica ao lado de Bonito, não é tão grande quanto o destino turístico, mas também possui opções de passeios de ecoturismo, sendo o mais conhecido o passeio para a cachoeira Boca da Onça, que é vendido em Bonito e tem um preço bem alto por ficar dentro de uma propriedade privada. Fomos pra Bodoquena com intenção de conhecer o Refúgio Canaã, um local paradisíaco que fica dentro de um vale onde não pega sinal de celular e não tem wifi, possibilitando uma conexão maior com a natureza e os animais do lugar, que por sinal são muitos, tem Ema, Pavão, Arara, Peru e muitos outros bichinhos circulando livremente pela propriedade. Apesar do isolamento da cidade, o refúgio possui excelente estrutura de hospedagem e camping e até uma tirolesa no lago para os mais aventureiros. Dali também é possível fazer uma pequena trilha onde dá para avistar a cachoeira Boca da Onça sem precisar pagar um preço exorbitante. Vale a pena conhecer, saiba mais (em breve).

Pantanal: jacaré pra todo lado

Brasil: Pantanal - Jacarés [min]

O Pantanal é a maior planície alagada do mundo. Com uma área de cerca de 250 mil Km², estende-se pela Bolívia, Paraguai e Brasil, sendo que mais da metade está presente nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Nós conhecemos o Pantanal sul que é cortado pela Estrada Parque, uma estrada de terra de 113km com mais de 70 pontes que permitem um visual incrível. Antes mesmo de chegar na estrada já começamos a ver jacarés, paramos na vendinha do seu “Airton” que nos levou até a beira do rio e começou a chamar jacarés, isso mesmo, chamou assim como se tivesse chamando gatinhos! Veja o vídeo aqui (em breve). Pegamos a Estrada Parque no dia seguinte partindo de Corumbá, em cada ponte que passávamos uma paisagem impressionante com animais selvagens nos esperava, foram jacarés, tuiuiús, borboletas, piranhas e até uma boiada pelo caminho. O Pantanal realmente possui uma biodiversidade encantadora e um povo acolhedor, descubra mais aqui (em breve).

Bolívia: sobrevivendo ao trem da morte

Bolivia - Trem da morte [min]

Inicialmente a Bolívia não estava em nossos planos, mas nós curtimos viajar sem um roteiro rígido e quando deixamos a viagem nos levar por lugares diferentes sempre vivemos as melhores experiências. Decidimos ir para a Bolívia depois de pesquisar e descobrir que da cidade fronteira com o Brasil era possível pegar o trem da morte que leva até a cidade Santa Cruz de la Sierra. De lá pegamos um taxi até Samaipata, cidade que abriga o local conhecido como o “Machu Pichu da Bolívia”, onde está localizada a maior pedra talhada do mundo. O bate-volta para o país vizinho foi cheio de emoções e apesar de o trem da morte hoje ser super moderno e só ter esse apelido por que antigamente era utilizado no transporte de doentes e moribundos, a viagem foi bem interessante com algumas coisas estranhas como o descarrilamento de um vagão durante a noite. Confira nossa aventura na Bolívia aqui (em breve).


Dia-a-dia

Uma roadtrip cheia de aventuras é formada por dias repletos de novas experiências, descubra como foi cada um deles:

16/09 – Sábado

Acordamos cedo e saímos de São Paulo com destino a Tatuí pra buscar uma galera que seguiria com a gente de carona pelo BlablaCar até Maringá, buscamos o Erick, o pai e a mãe dele e caímos na estrada pra valer. Viajamos pelas rotas secundárias evitando pedágios e por esse motivo fomos agraciados por paisagens incríveis, principalmente durante a nossa passagem por Avaré, uma cidade com uma represa enorme a qual eu realmente quero voltar pra remar de stand up paddle. Chegamos em Maringá no fim do dia e ficamos hospedados na casa de uma tia do Renan que possui uma pizzaria glúten free, aproveitamos para jantar e finalizamos o dia, já que a viagem estava só começando.

17/09 – Domingo

Fomos de Maringá rumo a Foz do Iguaçu, pegamos a passageira Ludmilla, também através do BlablaCar. Tentamos pegar um caminho alternativo sem pedágio que vimos pelo Google Maps mas depois de 5 minutos em estrada de terra descobrimos que essa passagem só era permitida para carros com placa do município dali, então tivemos que voltar para a estrada principal e decidimos evitar rotas alternativas por enquanto. Já na estrada é possível ver vários outdoors das lojas do Paraguai e o sentimento de que a fronteira está próxima vai aumentando.  A companhia da Ludmilla fez a viagem ser muito agradável, fomos batendo papo durante todo o caminho e a deixamos em uma cidade vizinha a Foz do Iguaçu, chamada Santa Terezinha. Descobrimos que essa cidade possui uma prainha de rio criada por causa da represa de Itaipu e a Ludmilla foi super legal de se oferecer para nos levar para conhecer o local. Chegando em Foz seguimos direto para o marco das três fronteiras do Brasil mas ao descobrir que era pago resolvemos que não valia a pena e decidimos não entrar. Por fim dormimos na casa do Ian, um Couchsurfing estudante da UNILA (Universidade Federal da Integração Latino-Americana) super de humanas e gente boa.

18/09 – Segunda-feira

Acordamos bem cedo e seguimos para o Paraguai, deixamos o carro em um estacionamento e seguimos a pé pela ponte da amizade. O dia foi quente e corrido, mas como as lojas do Paraguai fecham as 15h não conseguimos comprar tudo que precisávamos. Pegamos um moto taxi para voltar e seguimos de carro em direção a usina de Itaipu no Brasil, nossa intenção era fazer um passeio noturno mas descobrimos que esse passeio só ocorre às sextas então tivemos que retirar a usina do nosso roteiro. A noite preferimos trocar de casa pois no Ian não havia geladeira e nós havíamos comprado várias carnes para cozinhar nos próximos dias, então chegamos na casa do Zé, outro couchsurfing amigo que nos levou para comer um maravilhoso shawarma de 5 reais.

19/09 – Terça-feira

Nosso plano era ir apenas uma vez pro Paraguai, mas nosso espirito de sacoleiro a necessidade fez com que a gente seguisse para lá mais uma vez na parte da manhã. Após todas as compras e muitos dólares mais pobres, podemos finalmente começar a turistar. Visitamos as cataratas do Iguaçu pelo lado brasileiro, ficamos até o último minuto possível e assistimos um pôr do sol de tirar o folego.

20/09 – Quarta-feira

Acordamos cedo, trocamos real por peso na casa de câmbio mais próxima e seguimos para a fronteira argentina. O parque do lado argentino é muito maior e nós aproveitamos para fazer o passeio de barco por ali também. Passamos o dia todo por ali e ao sair fomos conhecer o marco das 3 fronteiras argentino, onde fomos surpreendidos positivamente.

21/09 – Quinta-feira

Era hora de nos despedir de Foz, do Zé e de seguir viagem, mas antes passamos no Free shop pra garantir a compra de uns bons vinhos a preço de vinho barato. Buscamos a Lorena, passageira do BlaBlaCar que adotamos como amiga. A viagem pra Bonito foi longa e chegamos bem no fim do dia, mas como o estado do MS tem um fuso diferente ganhamos 1h de vantagem. Em Bonito ficamos acampados no Bonito HI Hostel e minha mãe e minha tia chegaram de avião e ônibus pra fazer companhia pra gente.

22/09 – Sexta-feira

Fechamos todos os passeios que faríamos ali em Bonito nos próximos dias e começamos pela Gruta do lago azul, após o passeio fizemos um piquenique por ali com a presença de várias seriemas pra deixar o dia ainda mais bonito. No fim do dia voltamos pro hostel e jantamos por ali mesmo comemorando o aniversário da minha mãe.

23/09 – Sábado

De manhã fomos pro passeio mais barato e um dos mais bonitos de Bonito, o Balneário Municipal. E como a gente não cansa fácil curtimos o passeio de flutuação na barra do sucuri na parte da tarde. Assistimos um pôr do sol na estrada que ficou na memória e acabamos o dia comendo um peixinho no jantar.

24/09 – Domingo

O pai do Renan se juntou ao nosso grupo e pegamos a estrada até a fazenda Rio da Prata, lá o Renan fez um passeio a cavalo na parte da manhã e todos nós fizemos a flutuação no Rio da Prata na parte da tarde, sem dúvida o melhor passeio de Bonito. Ficamos até o fim do dia curtindo a natureza do lugar e apreciando esses momentos finais por nossa passada em Bonito.

25/09 – Segunda-feira

Minha mãe e minha tia seguiram viagem e nós ficamos no hostel planejando os próximos passos da roadtrip. Decidimos que no caminho para o Pantanal faríamos uma parada no Refúgio Canãa em Bodoquena.

26/09 – Terça-feira

Fomos para Bodoquena, paramos na cidade e almoçamos em um restaurante com comida simples, barata e gostosa por lá. Conhecemos o Refúgio Canaã e foi amor à primeira vista, nadamos no rio e pulamos da tirolesa, jogamos pedrinhas na água e aproveitamos aquele pedacinho de paraíso encontrado.

27/09 – Quarta-feira

Decidimos ficar mais um pouco no paraíso e o Marco, gerente do Refúgio, nos levou de bug até a cachoeira Boca da Onça. A paisagem é realmente deslumbrante, mesmo em tempos de seca. Voltamos para o Refúgio e exploramos o rio com snorkel. Na parte da tarde fizemos acroyoga com a brasileira/alemã Isabela que estava de couchsurfing por ali e foi mais uma companhia incrível na viagem, outra companhia incrível foi a arara azul Esmeralda que nos redeu altas fotos e vídeos fofinhos.

28/09 – Quinta-feira

Acordamos e partimos do Refúgio em direção ao Pantanal, passamos pela cidade de Miranda e ao pararmos em uma loja de salgados ficamos em choque ao descobrir que a coxinha daqui é de carne e a massa é feita de mandioca.  Depois dessa descoberta voltamos para a estrada e paramos na “Maria do Jacaré “, personalidade da região que se tornou conhecida por aparecer no Globo Rural ao chamar os jacarés do rio com um berrante, como ela queria cobrar 50 reais para chamar os bichinhos, nós fomos do outro lado da ponte e encontramos o seu Airton. Ele não só chamou os jacarés de graça como também nos ofereceu água e café na faixa, muito figura, super gente boa. Continuamos até o Passo da Lontra, já no início da Estrada Parque, mas como estávamos com pouca gasolina (o choque da coxinha de carne em Miranda foi tanto que esquecemos de abastecer) decidimos então seguir direto para Corumbá pelo asfalto. Lá ficamos na pousada 4 cantos e jantamos em um restaurante local, aproveitamos a cerveja boliviana Paceña e comemos um peixe da região.

29/09 – Sexta-feira

Já que estávamos em Corumbá estendemos até a Bolívia pra ver se tinha algum lugar pra comprar mais muambas boas compras ou algo interessante na cidade, mas nos deparamos com uma cidade feia e de lojas caras. Passamos na estação de trem e nos informamos sobre o trem da morte e a viagem até Santa Cruz de la Sierra. Seguimos em direção à Estrada Parque e iniciamos finalmente a jornada por entre as pontes do Pantanal sul. Vimos muuuuuuuuitos jacarés pelo caminho e passamos pelo Porto da Manga onde é preciso pegar uma balsa para seguir viagem atravessando o rio Paraguai. Chegamos no “Qué Qué” que fica na Curva do Leque e vimos alguns tuiuiús que apesar de serem a ave símbolo do Pantanal ainda não tinham dado o ar da graça. No fim fomos acampar no Arara azul, lugar super legal e aconchegante. Conhecemos o Américo, cozinheiro super simpático e querido. Lá fora ameaçava chover e víamos tempestades de raios e luzes, mas a chuva mesmo não chegou, só ventania e mosquitos, muuuuitos mosquitos.

30/09 – Sábado

Voltamos em sentido a Curva do Leque pra tentar tirar fotos dos tuiuiús com uma luz melhor, mas já não havia nenhuma ave nesse local, encontramos mais jacarés e o Renan e Pai dele foram tirar fotos muito loucas enquanto eu aguardava de uma distância segura por isso que homens vivem menos do que mulheres. Ao seguir a estrada encontramos uma boiada pantaneira e depois de muitos cliques fomos pescar piranha, a pescaria foi fraca, mas só o passeio do barco já valeu! Finalizamos o dia com um pôr do sol na ponte do rio Miranda e voltamos pra Corumbá.

01/10 – Domingo

Deixamos o pai do Renan na rodoviária e fomos para fronteira boliviana de táxi. Enfrentamos 2h de fila pra entrar na Bolívia passando pela imigração, mas correu tudo bem. Compramos duas mini pizzas por 12 bolivianos cada, açaí por 10 bolivianos e uma água por 8 bolivianos. Lembrando que cada 1 real valia 2 bolivianos então pela primeira vez experimentamos um câmbio que favorecia a nossa vida. A passagem do Trem da Morte custou 70 bolivianos mas aceitam reais na estação com o mesmo cambio de 2 bolivianos por real então ficou 35 reais cada passagem. Os funcionários do trem foram muito legais e nos deixaram tirar fotos de várias partes do trem. A viagem foi tranquila e lenta, vendo várias partes de uma Bolívia pobre e bem diferente da vista que estávamos tendo na viagem até aqui.

02/10 – Segunda-feira

Depois de uma noite longa no trem, onde ficamos um bom tempo parados por problemas técnicos que depois descobrimos ser um pequeno descarrilamento de vagão, finalmente chegamos a Santa Cruz de la Sierra. Trocamos mais alguns reais por bolivianos e pegamos um ônibus até o local em que os taxis saem rumo a Samaipata, aproveitamos pra almoçar por ali também. A viagem para Samaipata foi tranquila apesar das péssimas condições da estrada, em 3h estávamos na cidade e já aproveitamos para conhecer o museu com as informações sobre o forte de Samaipata onde está a pedra talhada. Fechamos a noite em um hostel simples e ansiosos pro próximo dia.

03/10 – Terça-feira

Tomamos um café da manhã reforçado e seguimos para El fuerte de Samaipata, passamos a manhã por ali e o lugar realmente é incrível. Na parte da tarde voltamos pra Santa Cruz de la Sierra, jantamos por lá e voltamos pra fronteira de ônibus que foi mais rápido e mais confortável que o trem.

Volta pra casa

Chegando em Corumbá almoçamos e seguimos viagem de volta pra casa, foram 2 dias de estradas tranquilas e paisagens bonitas, dormimos a primeira noite acampando em Piraputanga e a segunda noite em Presidente Prudente. Chegamos em São Paulo na noite do dia 06/10, cansados, felizes e com muitas história pra contar, muitos textos pra escrever e muitas fotos e vídeos pra editar. 😊


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